No último mês de maio, um estudo publicado no periódico Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS) comprovou a eficácia das áreas protegidas da Amazônia na redução de emissão de carbono. Ficou demonstrado que as áreas protegidas foram responsáveis por 37% da redução do desmatamento entre 2004 e 2006. E que a criação de novas áreas poderá evitar a emissão de 8 bilhões de toneladas de carbono até 2050.
O Brasil se destaca no assunto. Desde 2003, o país foi responsável por 73% das áreas protegidas que foram criadas
em todo o mundo. Apesar disso, ainda são necessárias novas áreas que cubram aproximadamente 2,5% do território nacional em área terrestre e 8,5% em área marinha. Só assim
cumpriremos as metas para 2010 firmadas na Convenção sobre Diversidade Biológica – o principal fórum mundial para temas e questões relacionados à biodiversidade.
Muito já foi feito, mas é fundamental que o país garanta um
legado ambiental às futuras gerações. Junte-se a nós.
Afilie-se ao WWF-Brasil. Obrigada.
Denise Hamú
Secretária geral da WWW - Brasil
Estudo científico comprova: áreas protegidas ajudam na redução de emissões
CACTOS
Linaeus, famoso botânico francês estudou os cactos agrupando-os numa família botânica de plantas que chamou de Cactaceae.
São plantas oriundas de lugares áridos onde a água é escassa e as raras chuvas muito espaçadas.
A maioria dos cactos cultivados é da região do México, Peru, Chile e Brasil.
A forma e o tamanho dos cactos variam conforme a espécie, alguns ficam na altura de uma árvore outros passam despercebidos entre as pedras e a vegetação.
São verdes e o caule, além de fazer a sustentação da planta, faz também a fotossíntese, que é a sintetização da glicose, base da energia de todos os seres vivos.
Os cactos são polinizados pelos insetos, pássaros nectaríferos e pequenos morcegos.
Os cactos têm capacidade de absorver à noite o gás carbônico do ar, abrindo os estômatos para respirar e realizar a troca gasosa para a realização da fotossíntese que é feita somente em presença de luz .
Evita assim, abrí-los durante o dia, mais quente, o que propiciaria maior perda de água pela respiração.
A ausência de folhas e a epiderme dura, os estômatos cobertos de pêlos e muitos providos de cerosidade, ajudam a transpiração a ser o mínimo possivel numa notável e mínima perda de umidade para o ar circundante.
Alguns cactos crescem sobre árvores e são por isto chamados de epífitas, como no gênero Rhipsalis e como semiepífitas Hylocereus, Selenicereus e Epiphyllum.
Suas raízes estão no solo mas tem crescimento como se fosse um arbusto trepador, apoiando-se em plantas mais alta.
O mandacaru (Cereus jamacaru P.) é uma espécie nativa da vegetação da Caatinga, onde seus frutos podem constituir no futuro uma agradável fonte de alimento, embora ainda não sejam explorados comercialmente.
Veja dados sobre as características físico-químicas de seus frutos:
• A casca do fruto apresentou valor de pH de 4.42, superior estatisticamente ao da polpa, que foi de 4,40.
• Os teores de ácido ascórbico para a polpa foram de 100mg/100g-1 e 80mg/100g-1 para a casca.
• açúcares 5,76%, em comparação à casca,com 1,53%.
O mandacaru (Cereus jamacaru P.) é uma espécie nativa da vegetação da caatinga, pertencendo à família Cactaceae. Cresce em solos pedregosos e junto a outras espécies de cactáceas, forma a paisagem típica da região Semi-árida do Nordeste, sendo encontrado nos Estados do Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe, Bahia e norte de Minas Gerais.
O mandacaru é um cacto colunar abundantemente ramificado e com flores brancas. Os
frutos são grandes, avermelhados com polpa branca provida de muitas sementes insípidas, porém,
comestíveis (GOMES, 1973).
A família das cactáceas está adaptada às condições de intenso xerofitismo e caracteriza a paisagem vegetal das regiões mais secas da América Intertropical. As espécies desta família são plantas suculentas com talos carnosos, roliços ou aplanados, de folhas caducas ou completamente ausentes.
Algumas variedades sem espinhos são usadas como forragem e os frutos de algumas espécies constituem um agradável alimento (GOLA, 1965).
Segundo Rocha e Agra (2002) o mandacaru atinge de 3 a 7 m de altura e possui caule cheio de espinhos rígidos, com grande quantidade de água. É utilizada como planta ornamental e ainda serve para alimentação de bovinos, caprinos e ovinos, principalmente na época de estiagem. De acordo com Braga (1960), os artículos novos do mandacaru, depois de queimados, servem de alimento para o gado.
O fruto é uma baga, ovoide, com aproximadamente 12 cm de comprimento, vermelho, carnoso, de polpa branca, com inúmeras sementes pretas e bem pequenas. As flores, que abrem apenas no período noturno, são visitadas por mariposas e morcegos, de janeiro a agosto (BRAGA, 1960).
O combate à fome nas populações carentes tem merecido estudos em inúmeros países,
inclusive no Brasil, direcionados ao aproveitamento dos recursos obtidos nas próprias regiões, os quais, além de prescindir de transporte a longas distâncias, se beneficiam do princípio da vantagem comparativa.
Esta prática vem se disseminando no Brasil a partir do início da década de 80, principalmente para
grupos considerados biossocialmente vulneráveis, como crianças e gestantes (SANTOS et al., 2001).
Alguns estudos sobre a composição química e a digestibilidade in vitro do mandacaru (fonte forrageira) foram realizados por Araújo (2004); no entanto, poucos são os estudos encontrados na literatura sobre os frutos desta planta, que apesar de serem encontrados em grandes quantidades de fevereiro a setembro, não são explorados comercialmente, ocorrendo seu desperdício ou, então, sendo utilizados, quando muito, na elaboração de doces e geleias.
Segundo Chitarra (1990), o grau de maturação adequado para a colheita é decisivo para a qualidade pós-colheita e a conservação de produtos hortifrutícolas.
A Caatinga perdeu 45% da área original
Ele considerou os números "assustadores". "É preocupante. O bioma Amazônia é cinco vezes maior do que a Caatinga. Essa média de 2.763 km² (de desmatamento anual da Caatinga) é praticamente correspondente ao desmatamento da Amazônia", analisou Minc. "Proporcionalmente, o desmatamento destes anos no Nordeste é do mesmo tamanho da devastação da Amazônia, para um bioma que é muito mais vulnerável e será muito mais afetado pelas mudanças no clima."
O ministério aponta o uso da mata nativa para fazer lenha e carvão como uma das principais razões do desmatamento da Caatinga. O carvão vai para siderúrgicas em Minas Gerais e no Espírito Santo; a lenha é utilizada em polos gesseiros e de cerâmica no Nordeste. "Não haverá solução para a defesa da Caatinga sem mudar a matriz energética, sem levar, por exemplo, pequenas centrais hidrelétricas, energia eólica, o gás natural para o polo gesseiro", disse Minc.
A análise dos dados mostra que o perfil do desmatamento da Caatinga é diferente do que ocorre na Amazônia e no Cerrado - é mais pulverizado, o que dificultaria o combate. Entre 2002 e 2008, Bahia e Ceará foram os Estados que mais destruíram a vegetação nativa, juntos, foram responsáveis por 8.659 km² de área devastada.
Para monitorar a Caatinga, um bioma mais rarefeito do que o encontrado na Amazônia, o satélite foi "ajustado" para operar com maior precisão. O ministro participa do 1º Encontro Nacional de Enfrentamento da Desertificação, em Petrolina (PE), onde deve se reunir com governadores e secretários do Meio Ambiente do Nordeste para discutir o problema. "São necessárias várias medidas locais de recuperação de solo, reflorestamento, proteção de microbacias e de alternativas energéticas", observou.
Mandacaru
O mandacaru resiste a secas, mesmo das mais fortes.
As flores desta espécie de cactos são brancas, muito bonitas e medem aproximadamente 30cm de comprimento. Os botões das flores geralmente aparecem no meio da primavera e cada flor dura apenas um período noturno, ou seja, desabrocham ao anoitecer e ao amanhecer já começam a murchar. Seu fruto tem uma cor violeta forte. A polpa é branca com sementes pretas minúsculas, e é muito saborosa.
Classificação científica:
Reino:
Plantae
Filo:
Magnoliophyta
Classe:
Magnoliopsida
Subclasse:
Caryophyllidae
Ordem:
Caryophyllales
Família:
Cactaceae
Subfamília:
Cactoideae
Tribo:
Cereeae
Género:
Cereus
Espécie:
C. jamacaru
Boneca, a cachorrinha de Chico Xavier
Chico Xavier tinha uma cachorra de nome Boneca, que sempre es perava por ele, fazendo grande festa ao avistá-lo.
Pulava em seu colo, lambia-lhe o rosto como se o beijasse.
O Chico então dizia: – Ah Boneca, estou com muitas pulgas!
Imediatamente ela começava a coçar o peito dele com o focinho.
Boneca morreu velha e doente. Chico sentiu muito a sua partida. Envolveu-a no mais belo xale que ganhara e enterrou-a no fundo do quintal, não sem antes derramar muitas lágrimas.
Um casal de amigos, que a tudo assistiu, na primeira visita de Chico a São Paulo, ofertou-lhe uma cachorrinha idêntica à sua saudosa Boneca.
A filhotinha, muito nova ainda, estava envolta num cobertor e os presentes a pegavam no colo, sem contudo desalinhá-la de sua manta.
A cachorrinha recebia afagos de cada um. A conversa corria quando Chico entrou na sala e alguém colocou em seus braços a pequena cachorra.
Ela, sentindo-se no colo de Chico, começou a se agitar e a lambê-lo.
- Ah Boneca, estou cheio de pulgas! disse Chico.
A filhotinha começou então a caçar-lhe as pulgas e parte dos presentes, que conheceram a Boneca, exclamaram: “Chico, a Boneca está aqui, é a Boneca, Chico!”
Emocionados perguntamos como isso poderia acontecer. O Chico respondeu:
- Quando nós amamos o nosso animal e dedicamos a ele sentimentos sinceros, ao partir, os espíritos amigos o trazem de volta para que não sintamos sua falta.
É, Boneca está aqui, sim e ela está ensinando a esta filhota os hábitos que me eram agradáveis.
Nós seres humanos, estamos na natureza para auxiliar o progresso dos animais, na mesma proporção que os anjos estão para nos auxiliar.
Por isso, quem maltrata um animal é alguém que ainda não aprendeu a amar.
Texto de Adelino da Silveira baseado em fatos reais
Embasamento legal - Lei e Artigo Infringido
De acordo com a Lei nº. 9.605 de 12 de fevereiro de 1998, os crimes ambientais estão tipificados do artigo 29 ao 69 e estruturados da seguinte forma:
- crimes contra a fauna;
- crimes de pesca;
- crimes contra a flora;
- crimes de poluição;
crimes contra o ordenamento urbano e o patrimônio público;
- crime contra a administração ambiental.






