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CAMALEÃO

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Como podemos preservar o planeta?

VISÃO ESPÍRITA

[...]Sobre a atuação do ser humano, do espírita, Eurípedes Kühl lembra: "Não diríamos que apenas aos espiritas compete o exercício de cidadania para coibir os males causados pelo homem face sua responsabilidade pelo aquecimento global. Essa é uma tarefa de toda a Humanidade, homem a homem! Permanentemente! Como? Conscientizando os homens de que a Terra é um lar abençoado, posto pela Inteligência Suprema do Universo à disposição da criatura humana, ensejando a todas elas o progresso moral e e a felicidade. E assim, se somos inquilinos, nosso dever primeiro é bem cuidar da nossa casa, zelando por ela,em todos os níveis e situações." 
[...] Há as leis que regem o mundo material e as que educam o espírito.
As primeiras dizem respeito ao funcionamento dos fenômenos meramente materiais como, por exemplo, a queda de objetos na direção do solo: a lei da gravidade, estudada pela Física. É célebre a história da soneca de Newton, o físico inglês de antanho, que, debaixo de uma macieira, acordou com a pacada  de um desses frutos na cabeça. Fato tão irrisório, levou-o a famosa investigação registrada pela História que caracterizou a lei da gravidade, segundo a qual todos os objetos são atraídos para o centro da Terra.
  Também a lei de ação e reação estudada pela Física tradicional possui um forte pendor newtoniano, porém, até na parte que toca a evolução espiritual de todos os seres, uma lei de ação e reação superintende. Kardec lembrou que não há efeito sem causa, o que leva a pensar que toda a causa se propaga de um efeito. Os próprios espíritos sábios lhe deixavam escrito que tudo se encadeia na natureza, desde o átomo ao arcanjo.
Lavoisier, o famoso cientista dos primórdios da ciência química, deixou a conclusão abrangente de que na natureza nada se cria, nada se perde, tudo se transforma.
[...] Não só é da economia Física da Terra que tudo é passível de se reciclar, de se transformar, nunca de se perder. Na verdade, tudo evolui, tudo progride e a tendencia de qualquer sistema será o de preservar sua própria sobrevivência. 


Extraído da Revista Cristã de Espiritismo nº 52

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Estudo científico comprova: áreas protegidas ajudam na redução de emissões

No último mês de maio, um estudo publicado no periódico Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS) comprovou a eficácia das áreas protegidas da Amazônia na redução de emissão de carbono. Ficou demonstrado que as áreas protegidas foram responsáveis por 37% da redução do desmatamento entre 2004 e 2006. E que a criação de novas áreas poderá evitar a emissão de 8 bilhões de toneladas de carbono até 2050.


O Brasil se destaca no assunto. Desde 2003, o país foi responsável por 73% das áreas protegidas que foram criadas
em todo o mundo. Apesar disso, ainda são necessárias novas áreas que cubram aproximadamente 2,5% do território nacional em área terrestre e 8,5% em área marinha. Só assim
cumpriremos as metas para 2010 firmadas na Convenção sobre Diversidade Biológica – o principal fórum mundial para temas e questões relacionados à biodiversidade.


Muito já foi feito, mas é fundamental que o país garanta um
legado ambiental às futuras gerações. Junte-se a nós.
Afilie-se ao WWF-Brasil. Obrigada.


Denise Hamú
Secretária geral da WWW - Brasil

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CACTOS


Linaeus, famoso botânico francês estudou os cactos agrupando-os numa família botânica de plantas que chamou de Cactaceae.
São plantas oriundas de lugares áridos onde a água é escassa e as raras chuvas muito espaçadas.
A maioria dos cactos cultivados é da região do México, Peru, Chile e Brasil.
A forma e o tamanho dos cactos variam conforme a espécie, alguns ficam na altura de uma árvore outros passam despercebidos entre as pedras e a vegetação.
São verdes e o caule, além de fazer a sustentação da planta, faz também a fotossíntese, que é a sintetização da glicose, base da energia de todos os seres vivos.
Os cactos são polinizados pelos insetos, pássaros nectaríferos e pequenos morcegos.
Os cactos têm capacidade de absorver à noite o gás carbônico do ar, abrindo os estômatos para respirar e realizar a troca gasosa para a realização da fotossíntese que é feita somente em presença de luz .
Evita assim, abrí-los durante o dia, mais quente, o que propiciaria maior perda de água pela respiração.
A ausência de folhas e a epiderme dura, os estômatos cobertos de pêlos e muitos providos de cerosidade, ajudam a transpiração a ser o mínimo possivel numa notável e mínima perda de umidade para o ar circundante.
Alguns cactos crescem sobre árvores e são por isto chamados de epífitas, como no gênero Rhipsalis e como semiepífitas Hylocereus, Selenicereus e Epiphyllum.
Suas raízes estão no solo mas tem crescimento como se fosse um arbusto trepador, apoiando-se em plantas mais alta.
O mandacaru (Cereus jamacaru P.) é uma espécie nativa da vegetação da Caatinga, onde seus frutos podem constituir no futuro uma agradável fonte de alimento, embora ainda não sejam explorados comercialmente.
Veja dados sobre as características físico-químicas de seus frutos:


• A casca do fruto apresentou valor de pH de 4.42, superior estatisticamente ao da polpa, que foi de 4,40.
• Os teores de ácido ascórbico para a polpa foram de 100mg/100g-1 e 80mg/100g-1 para a casca.
• açúcares 5,76%, em comparação à casca,com 1,53%.
O mandacaru (Cereus jamacaru P.) é uma espécie nativa da vegetação da caatinga, pertencendo à família Cactaceae. Cresce em solos pedregosos e junto a outras espécies de cactáceas, forma a paisagem típica da região Semi-árida do Nordeste, sendo encontrado nos Estados do Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe, Bahia e norte de Minas Gerais.
O mandacaru é um cacto colunar abundantemente ramificado e com flores brancas. Os
frutos são grandes, avermelhados com polpa branca provida de muitas sementes insípidas, porém,
comestíveis (GOMES, 1973).
A família das cactáceas está adaptada às condições de intenso xerofitismo e caracteriza a paisagem vegetal das regiões mais secas da América Intertropical. As espécies desta família são plantas suculentas com talos carnosos, roliços ou aplanados, de folhas caducas ou completamente ausentes.
Algumas variedades sem espinhos são usadas como forragem e os frutos de algumas espécies constituem um agradável alimento (GOLA, 1965).
Segundo Rocha e Agra (2002) o mandacaru atinge de 3 a 7 m de altura e possui caule cheio de espinhos rígidos, com grande quantidade de água. É utilizada como planta ornamental e ainda serve para alimentação de bovinos, caprinos e ovinos, principalmente na época de estiagem. De acordo com Braga (1960), os artículos novos do mandacaru, depois de queimados, servem de alimento para o gado.
O fruto é uma baga, ovoide, com aproximadamente 12 cm de comprimento, vermelho, carnoso, de polpa branca, com inúmeras sementes pretas e bem pequenas. As flores, que abrem apenas no período noturno, são visitadas por mariposas e morcegos, de janeiro a agosto (BRAGA, 1960).
O combate à fome nas populações carentes tem merecido estudos em inúmeros países,
inclusive no Brasil, direcionados ao aproveitamento dos recursos obtidos nas próprias regiões, os quais, além de prescindir de transporte a longas distâncias, se beneficiam do princípio da vantagem comparativa.
Esta prática vem se disseminando no Brasil a partir do início da década de 80, principalmente para
grupos considerados biossocialmente vulneráveis, como crianças e gestantes (SANTOS et al., 2001).
Alguns estudos sobre a composição química e a digestibilidade in vitro do mandacaru (fonte forrageira) foram realizados por Araújo (2004); no entanto, poucos são os estudos encontrados na literatura sobre os frutos desta planta, que apesar de serem encontrados em grandes quantidades de fevereiro a setembro, não são explorados comercialmente, ocorrendo seu desperdício ou, então, sendo utilizados, quando muito, na elaboração de doces e geleias.
Segundo Chitarra (1990), o grau de maturação adequado para a colheita é decisivo para a qualidade pós-colheita e a conservação de produtos hortifrutícolas.

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A Caatinga perdeu 45% da área original















O desmatamento na Caatinga atingiu 16.576 quilômetros quadrados entre 2002 e 2008, o que corresponde a 11 vezes a área da cidade de São Paulo. Da cobertura original do bioma - que é de 826.411 km² -, 45,39% da área já foi desmatada, o equivalente aos territórios dos Estados do Maranhão e do Rio somados.
As informações foram divulgadas pelo Ministério do Meio Ambiente, que realizou pela primeira vez um monitoramento mais detalhado da região, com base em análise de imagens obtidas por satélite. "O Brasil e o ministério não podem ser samba de uma nota só. A Amazônia é fundamental, mas temos de preservar todos os biomas", disse o ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc.
Ele considerou os números "assustadores". "É preocupante. O bioma Amazônia é cinco vezes maior do que a Caatinga. Essa média de 2.763 km² (de desmatamento anual da Caatinga) é praticamente correspondente ao desmatamento da Amazônia", analisou Minc. "Proporcionalmente, o desmatamento destes anos no Nordeste é do mesmo tamanho da devastação da Amazônia, para um bioma que é muito mais vulnerável e será muito mais afetado pelas mudanças no clima."
O ministério aponta o uso da mata nativa para fazer lenha e carvão como uma das principais razões do desmatamento da Caatinga. O carvão vai para siderúrgicas em Minas Gerais e no Espírito Santo; a lenha é utilizada em polos gesseiros e de cerâmica no Nordeste. "Não haverá solução para a defesa da Caatinga sem mudar a matriz energética, sem levar, por exemplo, pequenas centrais hidrelétricas, energia eólica, o gás natural para o polo gesseiro", disse Minc.
A análise dos dados mostra que o perfil do desmatamento da Caatinga é diferente do que ocorre na Amazônia e no Cerrado - é mais pulverizado, o que dificultaria o combate. Entre 2002 e 2008, Bahia e Ceará foram os Estados que mais destruíram a vegetação nativa, juntos, foram responsáveis por 8.659 km² de área devastada.
Para monitorar a Caatinga, um bioma mais rarefeito do que o encontrado na Amazônia, o satélite foi "ajustado" para operar com maior precisão. O ministro participa do 1º Encontro Nacional de Enfrentamento da Desertificação, em Petrolina (PE), onde deve se reunir com governadores e secretários do Meio Ambiente do Nordeste para discutir o problema. "São necessárias várias medidas locais de recuperação de solo, reflorestamento, proteção de microbacias e de alternativas energéticas", observou.
Para a professora Maria Aparecida José de Oliveira, especialista em botânica da Universidade Federal da Bahia, é necessário mais empenho dos governos para preservar a Caatinga - faltam fiscalização e políticas para as comunidades locais. "O melhor modelo de recuperação é aquele que envolve a população, pois é ela quem vai cuidar do bioma." Há cerca de 930 espécies vegetais na região, sendo 320 exclusivas.



Rafael Moraes Moura, BRASÍLIA - O Estadao de S.Paulo

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Mandacaru

O Mandacaru (Cereus jamacaru) é uma planta da família das cactáceas. É comum no nordeste brasileiro e pode atingir até mais de 5m de altura.
O mandacaru resiste a secas, mesmo das mais fortes.
As flores desta espécie de cactos são brancas, muito bonitas e medem aproximadamente 30cm de comprimento. Os botões das flores geralmente aparecem no meio da primavera e cada flor dura apenas um período noturno, ou seja, desabrocham ao anoitecer e ao amanhecer já começam a murchar. Seu fruto tem uma cor violeta forte. A polpa é branca com sementes pretas minúsculas, e é muito saborosa.


Classificação científica:
Reino:
Plantae


Filo:
Magnoliophyta


Classe:
Magnoliopsida


Subclasse:
Caryophyllidae


Ordem:
Caryophyllales


Família:
Cactaceae


Subfamília:
Cactoideae


Tribo:
Cereeae


Género:
Cereus


Espécie:
C. jamacaru

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